quarta-feira, 12 de julho de 2006

Blue ou cor-de-rosa?




Saiu a Blue Wine nº 3 Julho de 2006. Será blue ou é mesmo cor-de-rosa?
Unas breves notas.

TOP 100 Vinhos Portugueses – seis novas entradas no “ranking”. Ok, digo eu, mas so what? Esta do TOP não deixa de ter as suas coisas. É que comparar, just as an example, um Loureiro com um Porto Vintage, tem que se lhe diga. E, penso eu de que, se não houver um Loureiro no top em Portugal onde é que vai haver?

Rui Falcão – não deixa de me surpreender, a cada nº da BW, a quantidade de textos da autoria do Rui Falcão: refeição extravagante (incluindo a prova dos brancos doces), Que vinhos guardar, Segredos do Vinho, Castas, Produtores de Garagem, mais parte das provas mensais. É obra!

Não gosto muito do termo garagem. [ainda por cima, hoje em dia, teríamos que perguntar “Mas é garagem ou garagem multimarcas?”]
Historicamente, é verdade que alguns vinhos começaram a ser feitos em verdadeiras garagens, exemplo máximo o vizinho Pingus. Também há algo da mística Apple e Microsoft, negócios também garage-based nos seus primórdios. Daí a chamar-se vinho de garagem a tudo o que é feito em pequenas quantidades (normalmente também com preços caros) foi um pequeno passo.
Penso que está por definir a quantidade limite da garagem, é um pouco mais complicado do que nos anúncios dos T4 com 2 lugares de garagem. Menos de 5’000 garrafas? Menos de 10’000? Menos de 20’000?
É evidente que o Rui pegou no título por sonante, pois o artigo (nas suas 4 partes) leva-nos mais para terroir do que para cambotas ou mudanças d’óleo.

Beber, ou como se diz aqui no Norte parolo “buber”, 18 brancos doces numa refeição não pode ser fácil. Mesmo a 50ml, equivalente a 3 ou 4 gotas ou pinguitas, sempre dá quase um litro, e umas boas dezenas de gramas de açúcar. Enfim, dito isto não importava de ter estado chez Koerper.

Outro título muito título como, suponho eu, um título deve ser é La vie en rose. Titule-se, pois.

Tudo em família conta a saga de uma família que de torna-viagem em torna-viagem se tornou o maior fornecedor de frigoríficos à Auto Europa. Um milhão e meio! Uff, que frio!. (just joking)
A sério, penso que todos os que já bebemos goles e pingas há uns anos temos, algures nas nossas memórias, um vinho da JMF ligado a este ou aquele momento importante. O Luís Costa descobriu uma boa máquina do tempo.

2 comentários:

ko disse...

escreve a partitura uma grafica loucura em sol bemol e pela nave fora gotas do tintol na hora por ventura sabe a casco maturo liquen de muro exposto ao futuro cru grande urdidura na pele da zorra.

só porque estava despostado

Anónimo disse...

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